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A Via Lagos obteve expressivos resultados operacionais em 2004, cumprindo função estratégica ao proporcionar infra-estrutura rodoviária de qualidade, contribuindo, assim, para o desenvolvimento sócio-econômico do Estado do Rio de Janeiro e, principalmente, da Região dos Lagos.
Em 2004, passaram pela Via Lagos 4,27 milhões de veículos, representando um aumento de 7,2% em relação ao ano de 2003. As equipes do SOS Usuário realizaram 11 mil e 500 atendimentos. Ao longo do período concedido, foram realizados cerca de 75 mil atendimentos (junho/97 a maio/05). Apesar do aumento do tráfego, os índices de acidentes e mortes caíram na Rodovia dos Lagos.
A freqüência de acidentes (acidente / km) foi 39% menor em 2004 que a média da ABCR - Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias, e o coeficiente de desempenho (acidente X tráfego por 10 mil veículos) também ficou 38% menor que a média da ABCR. Foi o ano com o menor índice de fatalidade de todo o período concedido, com queda de 30% em relação ao ano passado. Ao longo da concessão, a Via Lagos já conseguiu reduzir em 69% o índice de acidentes e em 64% o índice de mortes na rodovia.
Destacam-se, ainda, os resultados do Programa de Prevenção a Acidentes com Animais na Rodovia: redução de 50% do número de ocorrências com animais na via e redução de 42% do número de acidentes envolvendo animais nas pistas.
Tem sido importante a ação das equipes operacionais da concessionária nas campanhas de conscientização realizadas junto às comunidades lindeiras e aos usuários da rodovia, visando a redução das ocorrências com animais na pista e dos atropelamentos nos perímetros urbanos, possibilitando o aumento da segurança no tráfego da Via Lagos.
Contribuiu para o crescimento de 7,2% do tráfego o reaquecimento do turismo na região, em parte devido ao posicionamento dos feriados em relação aos finais de semana, com a maior ocorrência dos chamados “feriadões” - os finais de semana prolongados por feriados caídos em dias de quinta, sexta, segunda ou terça-feira.
O crescimento econômico da região tem sido o maior propulsor do tráfego na Via Lagos, destacando-se o transporte de insumos para Álcalis, em Arraial do Cabo, e o aumento das vendas de sal da região. Nenhuma atividade, porém, tem sido tão importante para a economia fluminense como a indústria do petróleo.
A indústria do petróleo e todas as atividades e serviços correlatos geram empregos qualificados e fazem circular uma riqueza incalculável para a economia fluminense. O pagamento de royalties contribui providencialmente para o aumento dos índices de prosperidade de municípios fluminenses no caminho do petróleo.
O primeiro levantamento do PIB dos municípios brasileiros, concluído em 2005 pelo IBGE, apontou a indústria petrolífera como o maior impulsionador das economias regionais: sete das dez maiores rendas municipais per capita do País são diretamente beneficiadas pela extração, refino e royalties do petróleo. O Estado do Rio de Janeiro concentra a maioria dos municípios nesta condição privilegiada, sendo os mais beneficiados: Campos dos Goytacazes, Macaé, Quissamã, Carapebus, Rio das Ostras, Armação dos Búzios, Cabo Frio e Duque de Caxias.
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